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sexta-feira, 3 de junho de 2011

O melhor mini hot-dog da cidade de São Paulo - Sessão Review Evil Kitchen

Sábado fail… Sim, é assim que começo mais um capítulo da sessão Review Evil Kitchen. Relatos de um final de semana fail.

Alguém que mora na cidade de São Paulo acha, ou melhor, acredita que em uma noite de sábado, chuvosa, pode-se pegar uma sessão de um filme que estreou um dia antes – era THOR – comprando o ingresso duas horas antes do filme começar um um shopping super movimentado? Só tem uma resposta para essa questão: Não!

Logo, cinema fail, consequentemente, restaurantes de shopping fail (ufa...), afinal não conseguíamos sequer respirar dentro da praça de alimentação do shopping, até a pipoca devia estar em falta... Portanto, plano B!

Restaurante... E depois de muito se perder pelos arredores da Paulista, encontramos a Lanchonete da Cidade, um restaurante que já ganhou como o melhor cachorro quente da cidade, segundo o Guia da Veja. Eba! Lá vamos nós! Apesar de ser muito tentador pedir um dos hiper lanches/hambúrguers elaborados, seria totalmente ilógico ir a um lugar premiado e não pedir a prata da casa.


Éramos em quatro pessoas – ahn, saída de casal – e entramos após 15 minutos na fila de espera ao lado de uma simpaticíssimo labrador preto. Ambiente mega retro com direito a parede de pastilhinhas e tijolos cerâmicos.

Então pedimos as bebidas e entrada para um garçom que poderia aprender um pouco de simpatia com o cãozinho do lado de fora. Esperamos... E, surpreendentemente, pouco tempo! Ah, as batatas da casa... Que chegaram antes do meu refrigerante de LATA, que chegou depois também dos sucos e cerveja. Nossa entrada conferia de batatas cortadas em rodelas ligeiramente grossas com casca, bem sequinhas, fritas em óleo com alecrim e alho, junto com – obviamente – a maionese da casa. Verde. Finalmente um lugar que não coloca mostarda na maionese... Ponto hiper positivo! Além do sal colocado na medida e dos acompanhamentos fritos curiosos.


Pedido do dog feito! Três de nós pediram o lanche intitulado Totó, um cachorro quente simples com molho de tomate. E eu, claro, pedi o lanche diferente! Dog com chilli... Porque tenho que experimentar algo diferente! Ok... Espera, espera, espera e... Espera. Ainda bem que a conversa estava boa, porque senão seria muito chato ficar sentado por cerca de 30 minutos por um lanche.

Finalmente chegaram os lanches... Análise: cheiro bom, mas cadê o resto do meu lanche? Deixaram na cozinha? Quase precisamos de uma lupa para ver o lanche dentro do monte de papel que o envolvia. Aproximadamente 15 reais por um lanche pequeno e batata palha A PARTE murcha? Pode ser o melhor considerado o hot dog do mundo, mas quais foram os conceitos avaliados? Preço? Apresentação? Pelo o que disseram o sabor do molho e da salsicha diferente eram muito bons, mas mesmo assim, prefiro comprar a salsinha (que sim, vende nos supermercados) e fazer o molho. Agora o meu... O diferente... O mais estranho e com certeza o mais decepcionante. Sempre AMEI chilli, feijão, pimenta Jalapeño, bacon... Mas esse nada mais era do que um monte de coisas indefiníveis com um saco de cominho! CO-MI-NHO! Chilli com cominho? Chilli baiano? Sem gosto do feijão e das pimentas? Sorry... lamentável.


Agora alguns comentários muito pertinentes das pessoas que experimentaram os lanches:

“Um dog simples e tradicional, molho, salsicha e pão, porém cada ingrediente tem gosto magnífica e em conjunto formam um dos melhores hot-dogs de São Paulo” – Guilherme

“O hot dog é muito bom, mas é pouco pelo preço... Tudo muito caro. O suco estava muito amargo e de limonada suíça não tinha nada, quente e totalmente sem açúcar! Leite condensado não tinha... A pior limonada suíça que já tomei, era totalmente fora do padrão, devo ter usado uns 7 sachês de açúcar para continuar amargo.” – Tatiane



Realmente... Pode ser considerado o melhor cachorro quente SIMPLES da cidade, mas o estabelecimento precisa melhorar muito! Os garçons precisam ser um pouco mais atenciosos, afinal nem fiquei sabendo o nome do garçom que nos atendeu, já chegou para retirar o pedido. Rapidez no serviço, 30 minutos, um lanche... Qualidade de apresentação e prato, cuidado com a textura do seu pão e batata. Preço de grife.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Cadê a Objetividade? - Sessão Review Evil Kitchen

E vamos começar mais uma sessão polemicamente crítica! Que mudou de nome novamente... Agora atende apenas por REK!

A vítima de hoje, um restaurante relativamente novo, destaque da Veja São Paulo.

Era uma bela noite de dezembro, próximo ao ano novo, e eu com uma – sempre – vontade ridícula de comer lanches enormes. Como estava cansada de ficar em casa surgiu a sugestão mais provável: sair com os amigos e satisfazer a gula por bacon. Ótimo, a idéia estava concreta, então vamos ligar para os futuros vizinhos: Lino e Miii.

Ok, mais um passo para sair dado, porém falta o essencial, onde? Sempre um problema, aonde ir, porque ir, como ir, vale a pena ir, enfim... Um parto. Qual era a solução? Vamos procurar em um guia de lanchonetes alguma legal que ainda não tenhamos experimentado. Como eu e o Po não somos exímios freqüentadores de novos locais, ficamos um bom tempo pesquisando no guia dos degustadores de plantão – a Veja São Paulo, os melhores bares, comidinhas e restaurantes – um lugar novo e que caiba no orçamento! E eis que a notícia de restauranter do ano nos chama a atenção: Benny Novac. Dono de três restaurantes sendo um deles novo, o 210 diner (os outros são o Ici Bistrô e Tappo Tratoria). No mínimo digno de curiosidade, afinal um dinner – típico restaurante norte-americano – em São Paulo; fato novo, vamos checar!


Entra no carro, vai para o restaurante. Decoração divertidíssima, cheio de luminosos e sofás desgastados. Confortável. Depois dessa apresentação que não deixou a desejar, vamos ao cardápio! Esse merece dois ressaltos: ótima escolha de pratos, péssimos preços.

Ok, respira e faz os pedidos:

Entrada: Atomic Bufalo Wings
Po: Mac n’ Cheese
Lino: Meatloaf
Mi: Bolo de cenoura com laranja
Eu: Philli Steak

A entrada veio rápido e estava BEM gostosa, achei meio caro pela quantidade de asinhas que havia na porção, mas ok, os pratos principais prometiam. Prometiam porque aquele restaurante tem no nome “diner” , que nos remete aos “diners” americanos, locais para onde as pessoas vão matar a fome, comida simples e boa, a preços acessíveis.

Depois de uma longa espera, chegaram os pratos do Lino e do Po. Meu pensamento: “muita comida”, contrário da realidade, momento brochei. Chega o prato da Mi, uma fatia GIGANTESCA de bolo. Um tempo depois, chega meu prato: um Philli Steak que acredito ser digno da Filadélfia – afinal eu assistia quando era menor Um Maluco no Pedaço, e eles mostravam esse lanche – com muitas onion rings fininhas e queijo ementhal.


A comida estava muito gostosa, fato, porém a tentativa de usar técnicas e conceitos franceses em um diner americano #fail.


Recomendo, para lanches e pela toalinha que infla na água quente!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O fusível italiano - pela diferença de um T

Mangiamo! Una pasta italiana!

Quem nunca ficou com uma vontade ridícula de comer macarrão?

O Spoleto é uma casa de massas que inovou quando apareceu no mercado para concorrer com as redes de fast-food. Sua praça montada com diferentes tipos de “recheios”, o fogão de onde a massa sai na hora, com você olhando e montando do jeito que quer!

Ótima idéia! Afinal foge do comum esquema fast-food-americano com hambúrgueres e pratos prontos, mas sempre tem um porém...

Nenhuma crítica as combinações, veja bem. Afinal de contas quem faz a combinação é o cliente!!! Se você quer montar um prato com a massa incrementada com tomate seco, azeitona, bacon e calabresa... Tudo bem, eles fazem ! Só que, se você é um daqueles clientes indecisos – como eu – que gosta de observar cada uma das opções e ver qual combina mais – e no meu caso, qual a aparência delas – pode esperar para não ter um prato muito recheado.

Como observou muito bem um amigo (excelentíssimo senhor Bruno Lino): a quantidade de “recheio” é inversamente proporcional ao tempo que você demora no balcão.

Mas enfim, assim que peguei a massa ela estava ligeiramente mole. Ok, deve ter sido pelo tempo que me decidia sobre os recheios...

Mas de muito má apresentação foi o polpettone! Super criativo transformarem um prato clássico de carne bovina, colocando opções como frango e peru. Mas, quando este chegou ao balcão, extremamente esturricado pela salamandra, percebemos que o sabor da carne de peru lembrava muito um hambúrguer industrializado... Infelizmente.

Para quem gosta de comida italiana rápida e ligeiramente barata, recomendo. Para quem gosta de observar até decidir o que comer, acho que essa seria uma situação #fail.

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